domingo, 20 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Programação 4º Bimestre
9º Ano A
23/09 - Democracia
e ditadura no Brasil
25/09 - Democracia
e ditadura no Brasil
30/09 - Democracia
e ditadura no Brasil
02/10 - Democracia
e ditadura no Brasil
07/10 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
09/10 - Atividades
de revisão
14/10 - Recesso
16/10 - Recesso
21/10 - Prova N1
23/10 - A Nova
Ordem Mundial
28/10 - A Nova
Ordem Mundial
30/10 - A Nova
Ordem Mundial
04/11 - A Nova
Ordem Mundial
06/11 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
11/11 - Atividades
de revisão
13/11 - Prova N2
18/11 - Trabalho
em equipe: Montar um painel
20/11 - Trabalho
em equipe: Montar um painel
25/11 - Trabalho
em equipe: Montar um painel
domingo, 29 de setembro de 2013
Presidentes militares
28/12/2006 - 16h02
Os presidentes da ditadura militar
1964-1967: Humberto Castello Branco - Cearense, foi um dos líderes do golpe. General, foi transferido para a reserva no posto de marechal. Durante seu governo, de 1964 a 1967, instituiu o Serviço Nacional de Informações (SNI). Criou o Banco Central e o Banco Nacional de Habitação (BNH).
Os partidos que existiam na época foram fechados. Passaram a ser permitidas apenas duas legendas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), governista; e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de oposição. Castello Branco aprovou o regulamento geral do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA) e promulgou a Constituição de 24 de novembro de 1967, que institucionalizava a ditadura.
No seu governo, foram cassados os direitos políticos de deputados, governadores, ex-presidentes e lideranças de entidades civis. Em 1967, foi aprovada a Lei de Imprensa, que limitava a liberdade de pensamento e informação e era uma expressão do caráter arbitrário do regime.
1967-1969: Marechal Costa e Silva - Gaúcho, assumiu o poder com planos de restabelecer a democracia, mas passou a ser visto como inimigo pela linha-dura ultranacionalista e decretou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que lhe deu poderes para fechar o Congresso, cassar políticos e institucionalizar a repressão
Costa e Silva havia exercido o cargo de ministro da Guerra no governo anterior. Em agosto de 1969, ele ficou doente e uma junta militar permaneceu no poder de 31 de agosto de 1969 a 30 de outubro de 1969, com os seguintes integrantes: o brigadeiro Márcio de Souza e Mello; o almirante Augusto Rademaker; e o general Aurélio Lyra Tavares.
1969-1974: General Emílio Médici - Gaúcho, foi presidente durante o período de maior repressão da ditadura militar, com tortura e morte dos opositores, censura à imprensa e cerceamento das liberdades individuais e de pensamento. Adotou os slogans "este é um País que vai pra frente" e "Brasil: ame-o ou deixe-o". Seu mandato foi marcado por um "milagre econômico" que mais tarde se revelaria uma ilusão.
Médici havia apoiado a Revolução de 1930, mas se manifestou contra a posse de João Goulart em 1961. Em abril de 1964, comandava a Academia Militar de Agulhas Negras. Depois, foi nomeado adido militar nos Estados Unidos e, em 1967, sucedeu a Golbery do Couto e Silva na chefia do poderoso SNI, cargo que ocupou por dois anos. Apoiou com entusiasmo o AI-5. Em 1969, foi nomeado comandante do 3º Exército.
1974-1979: General Ernesto Geisel - Gaúcho, trouxe de volta ao poder o general Golbery do Couto e Silva. Juntos, articularam um projeto de abertura "lenta, gradual e segura" rumo a uma indefinida "democracia relativa". Mas a crise econômica e a reação da "linha dura" do Exército colocariam permanentemente em cheque os planos de "distensão" imaginados por Geisel e Golbery. O presidente fechou o Congresso em abril de 1977.
Geisel foi um entusiasta da extração petrolífera no Brasil. Dirigiu a refinaria de Cubatão em 1956 e a Petrobras (1969 a 1973). Em sua gestão na presidência da Petrobras, concentrou esforços na exploração da plataforma submarina. Conseguiu acordos no exterior para a pesquisa e firmou convênios com o Iraque, o Egito e o Equador. Após o golpe de 1964, foi nomeado chefe da Casa Militar pelo presidente Castello Branco, que o encarregou de investigar denúncias de torturas em unidades militares do Nordeste.
Castello o promoveu a general-de-exército em 1966 e o nomeou ministro do Supremo Tribunal Federal em 1967. Geisel foi lançado candidato à Presidência pela Arena, em 1973, e derrotou no Colégio Eleitoral, em 15 de janeiro de 1974, Ulysses Guimarães - que era o candidato do único partido legal de oposição, o MDB. Na política externa, procurou ampliar a presença brasileira na África e na Europa, evitando o alinhamento incondicional à política dos Estados Unidos.
1979-1985: General João Baptista Figueiredo - Carioca, chegou ao poder depois de chefiar o SNI. Foi o último presidente do regime militar. Figueiredo teve a missão de concretizar a abertura iniciada por Ernesto Geisel, e assinou a Lei da Anistia, em agosto de 1979 - o que permitiu a volta, ao país, de políticos exilados pelo governo militar.
No seu governo, também foi permitido o retorno do multipartidarismo. A Arena e o MDB desapareceram, sendo transformadas no PDS e no PMDB, respectivamente. Também surgiram legendas como o PDT de Leonel Brizola e o PT.
Figueiredo foi eleito pela Arena, por escolha indireta no Colégio Eleitoral, em 1978. No discurso de posse, prometeu a "mão estendida em conciliação" e jurou "fazer do Brasil uma democracia". Causou polêmica ao dizer que iria "prender, matar e arrebentar" os opositores da abertura política, e ao dar a entender que gostava "mais do cheiro dos cavalos do que do cheiro do povo".
No seu mandato, foram realizadas as primeiras eleições diretas para governador de estado, que haviam sido interrompidas em 1965. Sua gestão ficou marcada por uma grave crise econômica que gerou altos índices recessivos e inflacionários e pela dívida externa crescente. Figueiredo também enfrentou a segunda crise internacional do petróleo.
A crise econômica reforçou os argumentos da oposição e gerou greves no ABC paulista. Essa situação ajudou a deflagrar em 1984 a campanha pelas Diretas-Já - que mobilizou milhares de pessoas, nas maiores cidades do País, em comícios pelo direito de eleger o presidente da República pelo voto popular.
Figueiredo implementou o programa de incentivo à agricultura, que tinha como slogan "plante que o João garante".
Os partidos que existiam na época foram fechados. Passaram a ser permitidas apenas duas legendas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), governista; e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de oposição. Castello Branco aprovou o regulamento geral do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA) e promulgou a Constituição de 24 de novembro de 1967, que institucionalizava a ditadura.
No seu governo, foram cassados os direitos políticos de deputados, governadores, ex-presidentes e lideranças de entidades civis. Em 1967, foi aprovada a Lei de Imprensa, que limitava a liberdade de pensamento e informação e era uma expressão do caráter arbitrário do regime.
1967-1969: Marechal Costa e Silva - Gaúcho, assumiu o poder com planos de restabelecer a democracia, mas passou a ser visto como inimigo pela linha-dura ultranacionalista e decretou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que lhe deu poderes para fechar o Congresso, cassar políticos e institucionalizar a repressão
Costa e Silva havia exercido o cargo de ministro da Guerra no governo anterior. Em agosto de 1969, ele ficou doente e uma junta militar permaneceu no poder de 31 de agosto de 1969 a 30 de outubro de 1969, com os seguintes integrantes: o brigadeiro Márcio de Souza e Mello; o almirante Augusto Rademaker; e o general Aurélio Lyra Tavares.
1969-1974: General Emílio Médici - Gaúcho, foi presidente durante o período de maior repressão da ditadura militar, com tortura e morte dos opositores, censura à imprensa e cerceamento das liberdades individuais e de pensamento. Adotou os slogans "este é um País que vai pra frente" e "Brasil: ame-o ou deixe-o". Seu mandato foi marcado por um "milagre econômico" que mais tarde se revelaria uma ilusão.
Médici havia apoiado a Revolução de 1930, mas se manifestou contra a posse de João Goulart em 1961. Em abril de 1964, comandava a Academia Militar de Agulhas Negras. Depois, foi nomeado adido militar nos Estados Unidos e, em 1967, sucedeu a Golbery do Couto e Silva na chefia do poderoso SNI, cargo que ocupou por dois anos. Apoiou com entusiasmo o AI-5. Em 1969, foi nomeado comandante do 3º Exército.
1974-1979: General Ernesto Geisel - Gaúcho, trouxe de volta ao poder o general Golbery do Couto e Silva. Juntos, articularam um projeto de abertura "lenta, gradual e segura" rumo a uma indefinida "democracia relativa". Mas a crise econômica e a reação da "linha dura" do Exército colocariam permanentemente em cheque os planos de "distensão" imaginados por Geisel e Golbery. O presidente fechou o Congresso em abril de 1977.
Geisel foi um entusiasta da extração petrolífera no Brasil. Dirigiu a refinaria de Cubatão em 1956 e a Petrobras (1969 a 1973). Em sua gestão na presidência da Petrobras, concentrou esforços na exploração da plataforma submarina. Conseguiu acordos no exterior para a pesquisa e firmou convênios com o Iraque, o Egito e o Equador. Após o golpe de 1964, foi nomeado chefe da Casa Militar pelo presidente Castello Branco, que o encarregou de investigar denúncias de torturas em unidades militares do Nordeste.
Castello o promoveu a general-de-exército em 1966 e o nomeou ministro do Supremo Tribunal Federal em 1967. Geisel foi lançado candidato à Presidência pela Arena, em 1973, e derrotou no Colégio Eleitoral, em 15 de janeiro de 1974, Ulysses Guimarães - que era o candidato do único partido legal de oposição, o MDB. Na política externa, procurou ampliar a presença brasileira na África e na Europa, evitando o alinhamento incondicional à política dos Estados Unidos.
1979-1985: General João Baptista Figueiredo - Carioca, chegou ao poder depois de chefiar o SNI. Foi o último presidente do regime militar. Figueiredo teve a missão de concretizar a abertura iniciada por Ernesto Geisel, e assinou a Lei da Anistia, em agosto de 1979 - o que permitiu a volta, ao país, de políticos exilados pelo governo militar.
No seu governo, também foi permitido o retorno do multipartidarismo. A Arena e o MDB desapareceram, sendo transformadas no PDS e no PMDB, respectivamente. Também surgiram legendas como o PDT de Leonel Brizola e o PT.
Figueiredo foi eleito pela Arena, por escolha indireta no Colégio Eleitoral, em 1978. No discurso de posse, prometeu a "mão estendida em conciliação" e jurou "fazer do Brasil uma democracia". Causou polêmica ao dizer que iria "prender, matar e arrebentar" os opositores da abertura política, e ao dar a entender que gostava "mais do cheiro dos cavalos do que do cheiro do povo".
No seu mandato, foram realizadas as primeiras eleições diretas para governador de estado, que haviam sido interrompidas em 1965. Sua gestão ficou marcada por uma grave crise econômica que gerou altos índices recessivos e inflacionários e pela dívida externa crescente. Figueiredo também enfrentou a segunda crise internacional do petróleo.
A crise econômica reforçou os argumentos da oposição e gerou greves no ABC paulista. Essa situação ajudou a deflagrar em 1984 a campanha pelas Diretas-Já - que mobilizou milhares de pessoas, nas maiores cidades do País, em comícios pelo direito de eleger o presidente da República pelo voto popular.
Figueiredo implementou o programa de incentivo à agricultura, que tinha como slogan "plante que o João garante".
Reportagem - Antonio Barros
Edição - João Pitella Junior
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara Notícias`)
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Edição - João Pitella Junior
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara Notícias`)
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E-mail:agencia@camara.gov.br
domingo, 15 de setembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Programação CEF - 3º bimestre
9º Ano A
12/08 -
Atividades de revisão - Guia de estudo
14/08 -
Atividades de revisão
19/08 - Prova N1
21/08 - O Mundo
Bipolar
26/08 - O Mundo
Bipolar
28/08 - O Mundo
Bipolar
02/09 - O Mundo
Bipolar
04/09 - O Mundo
Bipolar
09/09 - O Mundo
Bipolar
11/09 -
Atividades de revisão - Guia de estudo
16/09 -
Atividades de revisão
18/09 - Prova N2
sábado, 13 de julho de 2013
Férias!
Galera, vamos aproveitar esse pequeno período de descanso e repor nossas forças para o terceiro e quarto bimestre. Final de ano todo mundo sabe, é aquela correria. Enfim, muito obrigado por tudo e bom recesso à todos!
Um abração!
Um abração!
segunda-feira, 10 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Segunda Guerra Mundial - Facebook.
E se a Segunda Guerra mundial tivesse sido registrada no facebook?
Por Gabriel Barbosa Rossi,
Essa semana a internet brasileira foi bombardeada por uma tradução de um post publicado no 9gag. Muita gente já viu rolando por aí. Épico seria uma boa definição. Não para Guerra, não para Hitler, nem para mim, logicamente. Mas para essa visão contemporânea e marota da 2º Guerra Mundial, que me fez trazer aqui para o literatortura essa matéria.
A Guerra quase como uma conversa bem humorada de um Grupo de Amigos e Rivais no facebook, mostrando pro mundo todo que não são só eventos cotidianos que mostram o que a galera está fazendo. O que não quer dizer que na perspectiva de dentro da Guerra as coisas não fossem um pouco cotidianas.
Mas, o que se apresenta aqui são as discussões entre os Estados, gírias, situações um pouco cômicas e que mostram o lado político da Guerra de uma forma diferente, chegando até a bastante cômico. Alguns diálogos são hilários. É lógico que, convenhamos, a guerra não tem nada de bonito ou formidável, mas, a maneira com que é contada abaixo, casa muito, inclusive, com um dos objetivos do literatortura. Falar de temas sérios de uma maneira mais tranquilha. No caso, aqui, não fica apenas no tranquilho, pois como já disse, chega a ser hilário.
Confira:
Gabriel Barbosa Rossi cursa História pela UNIOESTE; Não, não sei todas as datas, Não sei todas as capitanias e seus donatários e muito menos se realmente Hitler se suicidou.
domingo, 2 de junho de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Programação CEF - 2º bimestre
9º Ano A
29/04 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
01/05 - Feriado
06/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
08/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
13/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
15/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
20/05 -
Atividades de revisão - Guia de estudo
22/05 -
Atividades de revisão
27/05 - Prova N1
29/05 - A Crise
do Capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
03/06 - A Crise
do Capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
05/06 - A Crise
do Capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
10/06 - A Crise
do Capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
12/06 - A Crise
do Capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
17/06 -
Atividades de revisão - Guia de estudo
19/06 - Atividades
de revisão
24/06 - Prova N2
26/06 -
Apresentação do Trabalho
01/07 -
Atividades de revisão bimestral
03/07 - Atividades de revisão bimestral
domingo, 31 de março de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Programação CEF - 1º bimestre
9º Ano A
18/02 - A era do
Imperialismo
20/02 - A era do
Imperialismo
25/02 - A era do
Imperialismo
27/02 - A era do
Imperialismo
04/03 - Atividade
de revisão - Guia de estudo
06/03 - Atividade
de revisão
11/03 - Prova N1
13/03 - A
República chega ao Brasil
18/03 - A
República chega ao Brasil
20/03 - A
República chega ao Brasil
25/03 - A
República chega ao Brasil
27/03 - A
República chega ao Brasil
01/04 - Atividade
de revisão - Guia de estudo
03/04 - Atividade
de revisão
08/04 - Prova N2
10/04 - Entrega
do trabalho
Sejam bem vindos!
E ai galera...
Como falei em sala, vou utilizar esse espaço para indicar alguns textos e sites legais de história e também para passar tarefas e complementar o que estudamos em sala. Conto com a ajuda de todos.
Um abração e bom ano letivo!
Prof. Fernando Cavalcante
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