- A fita branca (Dass Weisse Band)Dir.: Michael Haneke, Austria, França, Alemanha e Itália; 2009.
Quando as cinzas da guerra baixaram e as primeiras notícias sobre campos de concentração chegaram ao grande público, ficou claro que nada no mundo seria como antes. Era óbvio demais que tínhamos chegado a um estado de monstruosidade insuperável. Desde então, nazismo, Hitler e o holocausto entraram para o vocabulário como metáfora última do mal. Em que pese sua magnitude e significado, entretanto, há certo exagero nas interpretações contemporâneas que procuram nazismo em tudo. Mais do que isso, a obsessão pelo tema e seu imaginário chegou ao ponto de impedir que qualquer outro contexto, discurso ou obra seja considerado.
Foi exatamente o que aconteceu com “A Fita Branca” (2009), longa do diretor austríaco Michael Haneke. O filme se passa numa pequena aldeia do norte da Alemanha em 1913, poucos meses antes da Primeira Guerra Mundial. Pacata e condenada a uma enfadonha rotina, a comunidade é confrontada com uma série de estranhos eventos. A caminho de casa, o médico local e seu cavalo são derrubados por um pequeno fio de arame, ferindo-o gravemente. A mulher do fazendeiro morre quando o piso de madeira de uma serralheria cede. Aos poucos, o clima de insegurança e desconfiança revela o rancor contido nas relações entre os habitantes dessa aldeia.Alemanha, mais maldade, mais véspera de uma guerra, igual a nazismo. Certo? Não necessariamente. A tentação é grande, mas transformar um filme em documento-tese pode produzir conclusões, no mínimo, equivocadas. Em recente entrevista à RHBN, Walnice Nogueira Galvão avisara que “tomar um discurso desses como documento para usos de outras disciplinas só pode resultar em distorções”. Falávamos sobre os abusos feitos por historiadores e outros doutores das ciências sociais ao utilizar uma ficção como mera metáfora de uma época. Como um documento unidimensional, moldado para conveniência metodológica dos que estudam o tempo, ou o tema que abordam.Crítica literária experiente, Walnice sabe bem os riscos da “hiperinterpretação”, da mágica de consagrar autores, histórias e personagens em paradigmas da consciência involuntária do seu tempo. Infelizmente, essas deformações não se restringem à literatura.O Estado de São Paulo, reproduzindo texto do Cineweb, não teve qualquer pudor ao afirmar que “A Fita Branca revê raízes do nazismo”. Apesar de elogiado, o filme é tratado exclusivamente pelo que supostamente prenuncia: “Não é difícil enxergar aqui uma fábula sobre as raízes do nazismo (...) seguindo os mesmos monstruosos princípios da justiça com as próprias mãos contra os alvos tidos como culpados por algum tipo de ruptura da ordem social tida como ideal” – bem como a busca da eliminação dos mais fracos e dos deficientes.” Não é difícil mesmo. Mas também não é correto.Para o resenhista do Café História, Haneke tem “uma tese” (e não um filme) sobre a estrutura patriarcal autoritária alemã. Segundo o autor, foi essa sociedade que “produziu sentimentos de indiferença, crueldade e desprezo na geração que mais tarde abraçaria a causa do nazismo”. Na resenha, ele fala sobre o conceito de massa, faz uma analogia entre o espancamento de uma criança e a violência da SS (polícia nazista), compara a fita branca usada pelas crianças com a estrela de Davi dos judeus na Alemanha, além de discutir uma vasta bibliografia sobre a natureza e significado do nazismo. Mas o filme ficou relegado ao papel de preâmbulo do Holocausto.
Fixação com o peso do nazismoEste filme não é a única vítima deste tipo de abordagem da arte. A fixação com o peso do nazismo acompanha muitas das interpretações exageradas sobre o escritor tcheco Franz Kafka. Aqui no Brasil, Modesto Carone, seu principal tradutor, não hesita em proclamá-lo como o homem que previu o nazismo. É bem conhecido o discurso do indivíduo aprisionado por um sistema monstruoso. O problema sempre é supor, que por ter captado a atmosfera repressiva do seu tempo, o escritor antevia o que viria acontecer quase 20 anos depois de morto – e este é um erro recorrente na historiografia, atribuir um significado aos eventos quando já se sabe o que aconteceu depois. Nas palavras de Carone, Kafka “prefigura as piores coisas que aconteceriam no século XX”. Como se de todas as possibilidades e contingências do começo do século XX, o nazismo fosse a única determinante. Como se já estivéssemos condenados pelo destino. Trata-se, evidentemente, de uma concepção de tempo que herdamos do cristianismo.Ao contrário dessas interpretações, Haneke não parece interessado em propalardiagnósticos sobre o fascismo alemão. Em uma entrevista de 2009, deixou claro que não gostaria que o filme fosse visto como uma parábola do nazismo. Mais importante, ele destaca o grupo de crianças, doutrinadas doentiamente por uma sociedade que está em colapso. Foram justamente esses dois pontos, a decadência de uma sociedade e o papel das crianças com vítima e sintoma, que grande parte da crítica ignorou. Assim como o subtítulo (Eine deutsch kindergeschichte / Uma história da criança alemã), esquecido nas traduções em inglês e português.Crepúsculo da sociedade germânica patriarcal
Foto de uma escola alemã no início do século XX
O filme, destacando características do começo do século XX, revela o crepúsculo da sociedade germânica patriarcal, conservadora, moralista, cuja coesão era mantida por uma hierarquia imutável. Nele é possível enxergar a multiplicidade dessa crise, a profundidade com que o sistema de crenças e relações parece dar sinais de esgotamento.Essa sociedade estratificada é reforçada pelo anonimato dos personagens, conhecidos quase exclusivamente pela função, ou título. Aqui sim podemos tentar mapear os personagens como alegorias da rígida hierarquia desse mundo. O Barão, violento e autoritário, como alegoria de uma aristocracia rural, muito pouco coerente; o pastor, a serviço da austeridade protestante e moralista, já não proclama o evangelho amoroso, mas procura inibir e regular toda faísca de espontaneidade. Todos engajados no incessante exercício de controle sobre almas e corpos. Mas suas autoridades morais não encontram mais saída ou perspectiva.A natureza das relações apresentadas no filme parece ir muito além do prenúncio da Alemanha nazista. O filme apresenta a rotina de uma aldeia, no seu metódico dia a dia. E nos acostumamos com essa rotina, à espera de uma tragédia anunciada pela atmosfera opressiva do filme. Feito em preto e branco e sem qualquer trilha sonora, o clima de tensão cresce com a série de crimes misteriosos, atestando a presença de uma maldade endógena que, uma vez reconhecida por todos, permanece no indizível, apartada do contato direto com a palavra.A aldeia é minúscula, todos parecem se conhecer, e mesmo assim, nenhum dos crimes é desvendado. Aos poucos percebemos que, apesar de não encontrarmos os culpados, culpamos – como espectadores – a maldade subjacente a toda aldeia. A violência é oculta, invisível. Afinal, o silêncio precisa ser preservado. O terrível, o impensável, deve ser silenciado. No filme, ele é deixado à imaginação do espectador, como uma narrativa do inconsciente, outra criação do período.É compreensível que o ressentimento visível em relações autoritárias, e a maldade reativa que os personagens– especialmente as crianças – demonstram sejam facilmente diagnosticadas como um mal coletivo, que sejam vistas como prenúncio das tragédias do século XX. Mas o nazismo era só uma entre as possibilidades, e interpretar esse ambiente de crise reduzido de sua contingência histórica é reduzir aquele contexto.O fim do XIX na AlemanhaA modernidade nos países de língua alemã teve suas peculiaridades. O século XIX assiste a transição de uma sociedade barroca - com traços de Antigo Regime, profundamente religiosa- para uma racionalista secular. O liberalismo ventilado nas sociedades germânicas, diferente dos seus vizinhos latinos e saxões, encontrou uma mediação curiosa entre razão e moralidade, dentro de um estado fortemente centralizado, um misto de absolutismo iluminista e um cristianismo reformado. Nas palavras de Carl Schorske, uma sociedade moralmente repressora, que “defendia o domínio da mente sobre o corpo, (...) e o progresso social através da ciência, educação e trabalho duro”.Não surpreende que sejam as crianças a variável privilegiada para demonstrar o que aquele mundo estava produzindo. Quando suas estruturas entraram em colapso, o sistema educacional, comprometido com a reprodução sistemática de uma lógica maior, deu os primeiros sinais do fracasso. No filme, encontramos as crianças sempre contidas, obedientes, mas também reprodutoras do ódio congênito de sua formação, afinal, sua inocência esta também em serem más.Nem toda violência é nazismo, nem todo ódio e rancor concentrados em uma comunidade é uma analogia oportuna para o terceiro reich. Mais do que isso, nenhum filme é uma tese sociológica (pelo menos não apenas). A única constante é o fascínio que as tragédias exercem sobre nós. Talvez por isso seja tão fácil encontrar, em qualquer livraria, “trabalhos” sobre Hitler e seu cachorro, secretaria, cueca, bigode...Retirado do site da Revista de História da Biblioteca Nacional
domingo, 26 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
A Fita Branca!
Uma história das crianças
‘A fita branca’ foi considerado pelos críticos de cinema uma fábula sobre as origens do nazismo. Mas interpretar o filme apenas como preâmbulo do Holocausto é reduzir seu contexto
Bruno Garcia
16/8/2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Programação Educandário de Fátima 9º ano
Programação
13/08 - Segunda Guerra e Vargas + atividades
15/08 - Bipolarização + atividades
20/08 - Bipolarização + atividades
22/08 - Bipolarização + atividades
27/08 - Bipolarização + atividades
29/08 - TESTE
03/09 - Democracia à Ditadura + atividades
05/09 - Democracia à Ditadura + atividades
10/09 - Democracia à Ditadura + atividades
12/09 - América Latina + atividades
17/09 - América Latina + atividades + revisão
19/09 - Prova Bimestral
*O conteúdo de cada dia de aula não é definitivo. Pode ser
mudado conforme o andamento da turma.
**Bastante atenção para as datas das avaliações.
sábado, 14 de julho de 2012
Mudanças.
Queridos, infelizmente como alguns já sabem estou assumindo a disciplina de história em outra Instituição e por isso terei que abrir mão de algumas turmas no Brasil Central. Nas oitavas séries um outro professor me substituirá.
Uma honra ter aprendido com vocês e principalmente ter ajudado a todos nesse processo chamado EDUCAÇÃO!
Um super abraço e sorte com o próximo professor!
Uma honra ter aprendido com vocês e principalmente ter ajudado a todos nesse processo chamado EDUCAÇÃO!
Um super abraço e sorte com o próximo professor!
Férias!
Galera, curtam bastante as duas semanas de recesso. Não se esqueçam que a diversão faz muito bem para a mente também. Terceiro bimestre chegando, vamos aproveitar essa folga e entrar com tudo no próximo bimestre. Tudo de bom para todos!!!
domingo, 24 de junho de 2012
Conteúdo para prova!
http://veja.abril.com.br/historia/crash-bolsa-nova-york/indice.shtml Link bacana sobre a quebra da bolsa de Nova York.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Nazismo e Facismo
O nazismo e o fascismo foram regimes políticos que surgiram durante o chamado período entre-guerras (1919-1939). O clima na Europa era de tensão devido aos problemas políticos, sociais e econômicos que surgiram após a Primeira Guerra Mundial. Os problemas aumentaram ainda mais com a Crise de 1929, nos Estados Unidos.
Assim, prometendo a solução para a crise em seus países, Mussolini e Hitler assumiram, respectivamente, o poder na Itália e Alemanha. Posteriormente, Francisco Franco assumiria o governo da Espanha. Esta lista é sobre as características do nazi-fascismo, baseado em ideologias que tiveram grande impacto (alguns terríveis) na Europa e no mundo.
Algumas imagens abaixo fazem parte da propaganda nazista nas décadas de 1930 e 1940. Ainda que fossem comuns para a maior parte do povo alemão na época, algumas inspiram terror.
1- Totalitarismo
Totalitarismo significa a presença de um estado forte, cujo poder central tem autoridade absoluta. Esta ideologia defende que o indivíduo deve viver em função do estado. O totalitarismo está baseado no seguinte princípio: “tudo dentro do estado, nada fora do estado e ninguém contra o estado”. Para controlar um grupo de camponeses da cidade de Guernica – imortalizada na pintura de mesmo nome criada por Picasso – Francisco Franco teve a ajuda da aviação militar alemã (Luftwafe).
2- Militarismo
Tradução: Pela vida e liberdade
Militarismo é uma ideologia que acredita na guerra como fator de grandeza e prosperidade. Assim, a sociedade só consegue se desenvolver quando governada ou guiada por conceitos incorporados na cultura, na doutrina ou no sistema militares. Segundo este princípio, Hitler teria dito: “Na guerra eterna a humanidade se torna grande – na paz eterna, a humanidade se arruinaria”.
3- Ultranacionalismo
Tradução: Vida longa à Alemanha
Ultranacionalismo exalta tudo que é próprio da nação, de uma forma exagerada. Toda a política interna está ligada ao desenvolvimento do poder nacional. Esta ideologia vem carregada de autoritarismo, esforços para a redução ou proibição da imigração, expulsão e opressão de populações não-nativas dentro da nação ou de seu território e emocionalismo
4- Unipartidarismo
Unipartidarismo significa a existência de um só partido. Para fazer valer este princípio, Hiter e Mussolini dominaram o poder executivo e judiciário, enfraqueceram o poder legislativo, perseguiram políticos opositores e implantaram regimes ditatoriais em seus países.
5- Controle da propaganda
Tradução: Mães, lutem por seus filhos!
O controle da propaganda era uma característica forte em regimes totalitários, destinado a convencer as pessoas e manter o controle do Estado sobre a população. Junte-se a isto a forte repressão política contra a liberdade de expressão, imprensa ou qualquer manifestação contrária ao regime. Através dele, buscava-se manipular a opinião pública e fazer o povo trabalhar e viver pelo regime.
6- Culto ao líder
O totalitarismo passou por um forte trabalho de culto ao líder, visando construir a imagem de um governo forte e onipotente. A construção desta imagem ia desde a representação em obras de arte, como o retrato a ser saudado nas escolas. Mussolini recebeu o título de Duce e, Hitler, o título de Fuhrer. Ambas palavras significam algo como “Grande Chefe”. Na Alemanha, a leitura do livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito por Hitler, era estimulada entre a população.
7- Anticomunismo
Tradução: não disponível
As vezes é difícil compreender uma posição político-ideológica nos regimes nazi-fascistas, em especial no nazismo. O regime alemão não depositava todas as suas fichas no capitalismo, mas também odiava o comunismo, apesar do “nacional-socialismo”. Assim, o anticomunismo se caracterizou pelo desprezo às ideologias de esquerda, governos de origem socialista, movimentos operários, greves e sindicatos.
8- Racismo
Tradução: Nós preparamos o corpo e a alma
O racismo esteve presente mais visivelmente no nazismo alemão. Neste caso, o ódio era disseminado a todos aqueles que não pertenciam à raça ariana, denominação dada às características físicas e biológicas do chamado povo alemão. Este fato estimulou a eugenia, ou seja, a tentativa de criar uma raça pura. No caso alemão, isto significava eliminar os impuros, em especial os judeus.
9- Antissemitismo
Tradução: Ele deve ser culpado pela guerra
O antissemitismo não surgiu na Alemanha, mas lá obteve seus contornos mais terríveis que levaram à morte de mais de 6 milhões de judeus em campos de concentração e extermínio, como Auschwitz e Bikernau. Assim, o antissemitismo se manifestou através do ódio, perseguição, tortura e extermínio dos judeus. A princípio, judeus tiveram seus bens confiscados e muitos foram expulsos ou fugiram da Alemanha. Dentre os que permaneciam, havia também o isolamento nos guetos e o uso como cobaias em experiências científicas.
10- Expansionismo
A ideologia nazista pregava a existência de um espaço vital para os alemães, chamado de lebensraum, ou seja, um grande território para que a raça ariana pudesse se desenvolver. Vale ressaltar que Hitler tinha a intenção de conquistar praticamente o mundo todo, assimilando as regiões que tivessem forte concentração alemã, como as colônias germânicas no sul do Brasil. O expansionismo levou Hitler a invadir a Polônia, fato que fez estourar a Segunda Guerra Mundial.
Para concluir, vejam a mensagem deixada por Charles Chaplin no filme “O Grande Ditador”, de 1940. Neste filme, ele faz um último discurso, condenando as práticas totalitaristas e a transformação do homem em máquina. Sua mensagem é a mais atual possível.
Extraído do site: http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-contemporanea/regimes-totalitarios/10-ideologias-do-nazi-fascismo/
quinta-feira, 7 de junho de 2012
sábado, 10 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Programação bimestral de história 9º ano B
Programação
07/03 - Atividades páginas 32 à 41
09/03 - GUIA DE ESTUDO e revisão
14/03 - Teste específico
16/03 - Teste específico
21/03 - A guerra de Canudos (tema 2)
23/03 - A proclamação da república no Brasil (tema 1) e O Cangaço: uma guerra no sertão (tema 3) - Atividades páginas 54 à 55.
28/03 - Atividades das páginas 54 à 55 - A industrialização e o crescimento das cidades (tema 4) e O movimento operário na Primeira República (tema 5) - Atividades das páginas 62 à 71.
30/03 - Atividades das páginas 62 à 71.
04/04 - GUIA DE ESTUDO e revisão para a avaliação bimestral.
06/04 - Feriado - Paixão de Cristo.
11/04 - Avaliação bimestral.
13/04 - Avaliação bimestral.
Galera, fiquem atentos as datas do GUIA DE ESTUDO.
Programação bimestral de história 9º ano A
Programação
05/03 - Atividades páginas 32 à 41
07/03 - GUIA DE ESTUDO e revisão
12/03 - Teste específico
14/03 - Teste específico
19/03 - A guerra de Canudos (tema 2)
21/03 - A proclamação da república no Brasil (tema 1) e O Cangaço: uma guerra no sertão (tema 3) - Atividades páginas 54 à 55.
26/03 - Atividades das páginas 54 à 55 - A industrialização e o crescimento das cidades (tema 4) e O movimento operário na Primeira República (tema 5) - Atividades das páginas 62 à 71.
28/03 - Atividades das páginas 62 à 71.
02/04 - GUIA DE ESTUDO e revisão para a avaliação bimestral.
04/04 - Revisão para a avaliação bimestral.
09/04 - Avaliação bimestral.
11/04 - Avaliação bimestral.
Galera, fiquem atentos as datas do GUIA DE ESTUDO.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Fernando Cavalcante: História geral da África
Fernando Cavalcante: História geral da África: 8 volumes da edição completa. Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010. Resumo: Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da ...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Mudança de horário!
Pessoal, não faltem amanhã, dia 23/02 e dia 24. Existe a possibilidade de haver mudanças nos horários das aulas. Portanto, é de extrema importância que todos compareçam à escola nesses dias.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Carpe Diem
É isso ai galera. Vamos começar com tudo esse ano letivo de 2012. Aproveitem esse espaço também para fazer críticas. É bom ter um retorno de vocês com respeito as aulas e ao blog. Um abração e aproveitem bastante as aulas de história.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Vamos fazer aula?
Está chegando a hora. Dia 2 de fevereiro começa. Novidades. Livro novo, vídeos novos e principalmente JOGOS novos!!! Vai ter um pouco de tudo. Massa. Não vejo a hora de recomeçar. Um abraço a todos e aproveitem o dia.
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