domingo, 15 de junho de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
Programação Bimestral 2º Bimestre
9º Ano A
07/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
12/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
14/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
19/05 - A
Primeira Guerra e a Revolução Russa
21/05 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
26/05 - Atividades
de revisão
28/05 - Prova N1
02/06 - A crise
do capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
04/06 - A crise
do capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
09/06 - A crise
do capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
11/06 - A crise
do capitalismo e a Segunda Guerra Mundial
16/06 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
18/06 - Atividades
de revisão
23/06 - jogo do
Brasil
25/06 - Prova N2
30/06 - Trabalho
em equipe - Redigir um manifesto
02/07 - Trabalho
em equipe - Redigir um manifesto
07/07 - Trabalho
em equipe - Redigir um manifesto
09/07 - Conteúdo
do 3º bimestre
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Programação Bimestral - 1º Bimestre
9º Ano A
17/02 - A era do
Imperialismo
19/02 - A era do
Imperialismo
24/02 - A era do
Imperialismo
26/02 - A era do
Imperialismo
03/03 - Recesso
05/03 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
10/03 -
Atividades de revisão
12/03 - Prova N1
17/03 - A
república chega ao Brasil
19/03 - A
república chega ao Brasil
24/03 - A
república chega ao Brasil
26/03 - A
república chega ao Brasil
31/03 - A
república chega ao Brasil
02/04 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
07/04 - Atividades
de revisão
09/04 - Prova N2
14/04 - Trabalho em equipe - Escrever um cordel
16/04 - Trabalho em equipe - Escrever um cordel
21/04 - Feriado
23/04 - Trabalho em equipe - Escrever um cordel
28/04 - Conteúdo
do 2º bimestre
30/04 - Conteúdo
do 2º bimestre
domingo, 20 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Programação 4º Bimestre
9º Ano A
23/09 - Democracia
e ditadura no Brasil
25/09 - Democracia
e ditadura no Brasil
30/09 - Democracia
e ditadura no Brasil
02/10 - Democracia
e ditadura no Brasil
07/10 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
09/10 - Atividades
de revisão
14/10 - Recesso
16/10 - Recesso
21/10 - Prova N1
23/10 - A Nova
Ordem Mundial
28/10 - A Nova
Ordem Mundial
30/10 - A Nova
Ordem Mundial
04/11 - A Nova
Ordem Mundial
06/11 - Atividades
de revisão - Guia de estudo
11/11 - Atividades
de revisão
13/11 - Prova N2
18/11 - Trabalho
em equipe: Montar um painel
20/11 - Trabalho
em equipe: Montar um painel
25/11 - Trabalho
em equipe: Montar um painel
domingo, 29 de setembro de 2013
Presidentes militares
28/12/2006 - 16h02
Os presidentes da ditadura militar
1964-1967: Humberto Castello Branco - Cearense, foi um dos líderes do golpe. General, foi transferido para a reserva no posto de marechal. Durante seu governo, de 1964 a 1967, instituiu o Serviço Nacional de Informações (SNI). Criou o Banco Central e o Banco Nacional de Habitação (BNH).
Os partidos que existiam na época foram fechados. Passaram a ser permitidas apenas duas legendas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), governista; e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de oposição. Castello Branco aprovou o regulamento geral do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA) e promulgou a Constituição de 24 de novembro de 1967, que institucionalizava a ditadura.
No seu governo, foram cassados os direitos políticos de deputados, governadores, ex-presidentes e lideranças de entidades civis. Em 1967, foi aprovada a Lei de Imprensa, que limitava a liberdade de pensamento e informação e era uma expressão do caráter arbitrário do regime.
1967-1969: Marechal Costa e Silva - Gaúcho, assumiu o poder com planos de restabelecer a democracia, mas passou a ser visto como inimigo pela linha-dura ultranacionalista e decretou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que lhe deu poderes para fechar o Congresso, cassar políticos e institucionalizar a repressão
Costa e Silva havia exercido o cargo de ministro da Guerra no governo anterior. Em agosto de 1969, ele ficou doente e uma junta militar permaneceu no poder de 31 de agosto de 1969 a 30 de outubro de 1969, com os seguintes integrantes: o brigadeiro Márcio de Souza e Mello; o almirante Augusto Rademaker; e o general Aurélio Lyra Tavares.
1969-1974: General Emílio Médici - Gaúcho, foi presidente durante o período de maior repressão da ditadura militar, com tortura e morte dos opositores, censura à imprensa e cerceamento das liberdades individuais e de pensamento. Adotou os slogans "este é um País que vai pra frente" e "Brasil: ame-o ou deixe-o". Seu mandato foi marcado por um "milagre econômico" que mais tarde se revelaria uma ilusão.
Médici havia apoiado a Revolução de 1930, mas se manifestou contra a posse de João Goulart em 1961. Em abril de 1964, comandava a Academia Militar de Agulhas Negras. Depois, foi nomeado adido militar nos Estados Unidos e, em 1967, sucedeu a Golbery do Couto e Silva na chefia do poderoso SNI, cargo que ocupou por dois anos. Apoiou com entusiasmo o AI-5. Em 1969, foi nomeado comandante do 3º Exército.
1974-1979: General Ernesto Geisel - Gaúcho, trouxe de volta ao poder o general Golbery do Couto e Silva. Juntos, articularam um projeto de abertura "lenta, gradual e segura" rumo a uma indefinida "democracia relativa". Mas a crise econômica e a reação da "linha dura" do Exército colocariam permanentemente em cheque os planos de "distensão" imaginados por Geisel e Golbery. O presidente fechou o Congresso em abril de 1977.
Geisel foi um entusiasta da extração petrolífera no Brasil. Dirigiu a refinaria de Cubatão em 1956 e a Petrobras (1969 a 1973). Em sua gestão na presidência da Petrobras, concentrou esforços na exploração da plataforma submarina. Conseguiu acordos no exterior para a pesquisa e firmou convênios com o Iraque, o Egito e o Equador. Após o golpe de 1964, foi nomeado chefe da Casa Militar pelo presidente Castello Branco, que o encarregou de investigar denúncias de torturas em unidades militares do Nordeste.
Castello o promoveu a general-de-exército em 1966 e o nomeou ministro do Supremo Tribunal Federal em 1967. Geisel foi lançado candidato à Presidência pela Arena, em 1973, e derrotou no Colégio Eleitoral, em 15 de janeiro de 1974, Ulysses Guimarães - que era o candidato do único partido legal de oposição, o MDB. Na política externa, procurou ampliar a presença brasileira na África e na Europa, evitando o alinhamento incondicional à política dos Estados Unidos.
1979-1985: General João Baptista Figueiredo - Carioca, chegou ao poder depois de chefiar o SNI. Foi o último presidente do regime militar. Figueiredo teve a missão de concretizar a abertura iniciada por Ernesto Geisel, e assinou a Lei da Anistia, em agosto de 1979 - o que permitiu a volta, ao país, de políticos exilados pelo governo militar.
No seu governo, também foi permitido o retorno do multipartidarismo. A Arena e o MDB desapareceram, sendo transformadas no PDS e no PMDB, respectivamente. Também surgiram legendas como o PDT de Leonel Brizola e o PT.
Figueiredo foi eleito pela Arena, por escolha indireta no Colégio Eleitoral, em 1978. No discurso de posse, prometeu a "mão estendida em conciliação" e jurou "fazer do Brasil uma democracia". Causou polêmica ao dizer que iria "prender, matar e arrebentar" os opositores da abertura política, e ao dar a entender que gostava "mais do cheiro dos cavalos do que do cheiro do povo".
No seu mandato, foram realizadas as primeiras eleições diretas para governador de estado, que haviam sido interrompidas em 1965. Sua gestão ficou marcada por uma grave crise econômica que gerou altos índices recessivos e inflacionários e pela dívida externa crescente. Figueiredo também enfrentou a segunda crise internacional do petróleo.
A crise econômica reforçou os argumentos da oposição e gerou greves no ABC paulista. Essa situação ajudou a deflagrar em 1984 a campanha pelas Diretas-Já - que mobilizou milhares de pessoas, nas maiores cidades do País, em comícios pelo direito de eleger o presidente da República pelo voto popular.
Figueiredo implementou o programa de incentivo à agricultura, que tinha como slogan "plante que o João garante".
Os partidos que existiam na época foram fechados. Passaram a ser permitidas apenas duas legendas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), governista; e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de oposição. Castello Branco aprovou o regulamento geral do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA) e promulgou a Constituição de 24 de novembro de 1967, que institucionalizava a ditadura.
No seu governo, foram cassados os direitos políticos de deputados, governadores, ex-presidentes e lideranças de entidades civis. Em 1967, foi aprovada a Lei de Imprensa, que limitava a liberdade de pensamento e informação e era uma expressão do caráter arbitrário do regime.
1967-1969: Marechal Costa e Silva - Gaúcho, assumiu o poder com planos de restabelecer a democracia, mas passou a ser visto como inimigo pela linha-dura ultranacionalista e decretou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que lhe deu poderes para fechar o Congresso, cassar políticos e institucionalizar a repressão
Costa e Silva havia exercido o cargo de ministro da Guerra no governo anterior. Em agosto de 1969, ele ficou doente e uma junta militar permaneceu no poder de 31 de agosto de 1969 a 30 de outubro de 1969, com os seguintes integrantes: o brigadeiro Márcio de Souza e Mello; o almirante Augusto Rademaker; e o general Aurélio Lyra Tavares.
1969-1974: General Emílio Médici - Gaúcho, foi presidente durante o período de maior repressão da ditadura militar, com tortura e morte dos opositores, censura à imprensa e cerceamento das liberdades individuais e de pensamento. Adotou os slogans "este é um País que vai pra frente" e "Brasil: ame-o ou deixe-o". Seu mandato foi marcado por um "milagre econômico" que mais tarde se revelaria uma ilusão.
Médici havia apoiado a Revolução de 1930, mas se manifestou contra a posse de João Goulart em 1961. Em abril de 1964, comandava a Academia Militar de Agulhas Negras. Depois, foi nomeado adido militar nos Estados Unidos e, em 1967, sucedeu a Golbery do Couto e Silva na chefia do poderoso SNI, cargo que ocupou por dois anos. Apoiou com entusiasmo o AI-5. Em 1969, foi nomeado comandante do 3º Exército.
1974-1979: General Ernesto Geisel - Gaúcho, trouxe de volta ao poder o general Golbery do Couto e Silva. Juntos, articularam um projeto de abertura "lenta, gradual e segura" rumo a uma indefinida "democracia relativa". Mas a crise econômica e a reação da "linha dura" do Exército colocariam permanentemente em cheque os planos de "distensão" imaginados por Geisel e Golbery. O presidente fechou o Congresso em abril de 1977.
Geisel foi um entusiasta da extração petrolífera no Brasil. Dirigiu a refinaria de Cubatão em 1956 e a Petrobras (1969 a 1973). Em sua gestão na presidência da Petrobras, concentrou esforços na exploração da plataforma submarina. Conseguiu acordos no exterior para a pesquisa e firmou convênios com o Iraque, o Egito e o Equador. Após o golpe de 1964, foi nomeado chefe da Casa Militar pelo presidente Castello Branco, que o encarregou de investigar denúncias de torturas em unidades militares do Nordeste.
Castello o promoveu a general-de-exército em 1966 e o nomeou ministro do Supremo Tribunal Federal em 1967. Geisel foi lançado candidato à Presidência pela Arena, em 1973, e derrotou no Colégio Eleitoral, em 15 de janeiro de 1974, Ulysses Guimarães - que era o candidato do único partido legal de oposição, o MDB. Na política externa, procurou ampliar a presença brasileira na África e na Europa, evitando o alinhamento incondicional à política dos Estados Unidos.
1979-1985: General João Baptista Figueiredo - Carioca, chegou ao poder depois de chefiar o SNI. Foi o último presidente do regime militar. Figueiredo teve a missão de concretizar a abertura iniciada por Ernesto Geisel, e assinou a Lei da Anistia, em agosto de 1979 - o que permitiu a volta, ao país, de políticos exilados pelo governo militar.
No seu governo, também foi permitido o retorno do multipartidarismo. A Arena e o MDB desapareceram, sendo transformadas no PDS e no PMDB, respectivamente. Também surgiram legendas como o PDT de Leonel Brizola e o PT.
Figueiredo foi eleito pela Arena, por escolha indireta no Colégio Eleitoral, em 1978. No discurso de posse, prometeu a "mão estendida em conciliação" e jurou "fazer do Brasil uma democracia". Causou polêmica ao dizer que iria "prender, matar e arrebentar" os opositores da abertura política, e ao dar a entender que gostava "mais do cheiro dos cavalos do que do cheiro do povo".
No seu mandato, foram realizadas as primeiras eleições diretas para governador de estado, que haviam sido interrompidas em 1965. Sua gestão ficou marcada por uma grave crise econômica que gerou altos índices recessivos e inflacionários e pela dívida externa crescente. Figueiredo também enfrentou a segunda crise internacional do petróleo.
A crise econômica reforçou os argumentos da oposição e gerou greves no ABC paulista. Essa situação ajudou a deflagrar em 1984 a campanha pelas Diretas-Já - que mobilizou milhares de pessoas, nas maiores cidades do País, em comícios pelo direito de eleger o presidente da República pelo voto popular.
Figueiredo implementou o programa de incentivo à agricultura, que tinha como slogan "plante que o João garante".
Reportagem - Antonio Barros
Edição - João Pitella Junior
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura `Agência Câmara Notícias`)
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
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